domingo, 30 de maio de 2010

Eles Estão Escalados Para Tornar Nossos Sonhos Reais

Por Gabriel Guimarães

Essa semana foi anunciado o ator que fará o papel do novo professor Xavier no cinema, e não é ninguém menos que alguém que já trabalhou em outra adaptação de quadrinhos para a telona no filme “O Procurado”, o ator escocês James McAvoy. Não tenho absolutamente nada contra ele, porém isso me fez começar a tentar entender como o processo de formação do elenco principal dos filmes é importante.


A escalação do elenco certo pode muitas vezes ser o maior diferencial entre um filme de sucesso e um fracasso, e parece que alguns produtores ainda não perceberam isso tão claramente. Enquanto posso mencionar Hugh Jackman, Robert Downey Jr. e Tobey Maguire como atores que surpreenderam no papel de heróis e se tornaram a forma física com que todos olhamos para esses personagens hoje, há uma lista impressionante de atuações que marcaram os filmes de heróis de maneira negativa. Basta recordar Ben Affleck em Demolidor (2004), Halle Barry em Mulher-Gato (2004), Nicholas Cage em Motoqueiro Fantasma (2007) e Gabriel Macht em Spirit (2008).

Então, me pergunto, será que os atuais escalados ou pré-escalados para os próximos filmes de adaptação dos quadrinhos farão parte do primeiro grupo mencionado ou lutarão para serem esquecidos por sua atuação como os demais?

Alguns são ainda excelentes atores e atrizes e podem vir a surpreender, mas causam muito receio por sua fisiologia e/ou jeito de agir diferentes dos personagens das HQs, como é o caso de Ryan Reynolds, que ficou perfeito pelo seu perfil físico e psicológico no papel de Deadpool no sofrível filme solo do Wolverine, mas que em nada se assemelha a Hal Jordan, o principal Lanterna Verde dos quadrinhos que será o personagem central do filme que estreará em 2011. Como fã confesso do gladiador esmeralda, admito que fiquei muitíssimo temeroso pelo rumo que o filme vai ter, ainda que o elenco de bastidores seja de primeira linha. Assomando-se ao intérprete de Jordan, surge outra fonte de questionamento no filme, Blake Lively como Carrol Ferris. A atriz principal de Gossip Girl não me parece lembrar nem de longe a Carrol Ferris marcante e responsável do universo DC. Mas foi como disse antes, podem surpreender, e é o que eu sinceramente espero.

Chris Evans como Capitão América, os cinco candidatos a serem o novo Homem-Aranha no reboot das filmagens do cabeça-chave da Marvel, dentre outros, ainda geram muitas incertezas no público que mais conhece as obras originais.

Espero que, tal qual no universo dos quadrinhos, nossa força de vontade, que é o que alimenta a bateria econômica das grandes empresas de quadrinhos quando compramos as revistas e vamos ao cinema assistir aos filmes, seja grande o suficiente para que em caso de os critérios para a escolha de elencos permanecer a mesma para os filmes futuros, que os atores e atrizes escolhidos venham sinceramente a nos surpreender e honrar os personagens que inflamam em nossas memórias há tantas décadas.



Links relacionados:
http://www.omelete.com.br/cinema/filme-do-lanterna-verde-contrata-sua-carol-ferris/

http://www.omelete.com.br/cinema/anunciado-o-ator-que-vai-ser-o-lanterna-verde-nos-cinemas/

http://universohq.com/quadrinhos/2010/n28052010_10.cfm

http://cinemacomrapadura.com.br/livros/161788/conheca-os-cinco-candidatos-ao-papel-de-homem-aranha/

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Nerd Empire Rise

Por Gabriel Guimarães

Semana que vem, no dia 25 de maio de 2010 será realizado no campus da Praia Vermelha da UFRJ o evento Dia do Orgulho Nerd com mesas de discussão sobre séries de televisão, oficinas de quadrinhos e muito mais.
Convido-os desde já a comparecerem pois será um evento muito interessante para os integrantes dessa cultura conectada que é a nossa. 

Data: 25 de maio
Endereço: Av Pasteur, 250, Botafogo – fundos – 2º andar - Praia Vermelha/RJ 
Local: Salão Muniz Aragão – Fórum de Ciência e Cultura
Mesa-redonda: “O jornalista do futuro é nerd”
Horário: 10h às 13h

Oficina de mangá

Mesa-redonda: “Metafísica em Lost, Matrix e Star Wars”
Horário: 14h às 16h

Espero-os lá, vida longa e próspera.

sábado, 10 de abril de 2010

Como Publicar Quadrinhos de Maneira Rentável no Brasil?

Por Gabriel Guimarães
Recentemente, a subsidiária brasileira da editora Panini anunciou modificações no seu modelo de publicação dos quadrinhos de heróis nas bancas de jornal, o que levantou algumas questões editoriais quanto a esse ramo que gostaria de expor aqui.

As mudanças em si são: a redução do número de páginas em desproporcionalidade com a redução do preço da maioria das revistas de série mensais; a extinção de alguns títulos da linha Marvel; e o aumento também desproporcional do número de páginas e preço de outras séries, com periodicidade bimestral. Entretanto, essas decisões levantaram alguns pontos de debate sobre a publicação do gênero no Brasil nos últimos anos.

Os números têm caído nos últimos meses, o que pode ser tanto responsabilizado pelo aumento dos preços que as revistas demonstravam, chegando aos R$7,95 atuais e a queda de qualidade do conteúdo das histórias, sendo claramente influenciado pelo uso negativo dos princípios de persuasão da mensagem, conforme Breton argumenta, em seu livro "A manipulação da palavra".
Que as histórias das linhas DC e Marvel em sua grande parte têm decrescido em termos de qualidade, não há nenhuma novidade. O que fazer sobre isso então? A Panini tem em mãos uma oportunidade que se mostrou à editora Abril, mas que não foi aproveitada na época: Iniciar a publicação de material nacional de qualidade desse ramo.

Na editora Abril de uma das gerações mais perto do fim de carreira de Carlos de Souza como um dos grandes nomes na editora, surgiu a possibilidade de serem produzidas histórias nacionais de mesmo teor qualitativo das HQs Disney americanas, que na verdade, tinham quase todo seu contingente criado aqui mesmo no território nacional brasileiro, porém a borda de diretores não tomou o risco que essa decisão poderia ter. Sem riscos, não há glória.

Hoje, a Panini tem a chance de redimir essa falta de visão editorial. A quantidade de profissionais e semi-profissionais do ramo com a habilidade, técnica e aspiração necessárias tem crescido cada vez mais, o que realmente é algo que chama a atenção no mercado atual. Há a qualidade que se procura nos roteiros americanos aqui, só se precisa saber lapidar os diamantes brutos espalhados pelo território brasileiro. Chegou o tempo da revolução dos personagens nacionais. Fiquemos atentos aos próximos passos da Panini, torcendo sempre pelo melhor.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Estratégias para Chamar Novos Leitores

Por Gabriel Guimarães
Que os quadrinhos têm que lidar com o problema de constantemente renovar o interesse dos leitores veteranos e atrair novos para manter as vendas num nível economicamente suficiente, todos nós, leitores assíduos, sabemos muito bem. Mas a questão que levanto aqui é a seguinte: até que ponto vale a pena sobrepor uma classe de consumidor ao outro?

Muitos são os casos que criam esse debate, como "Homem-Aranha: Um Novo Dia", "Turma da Mônica Jovem", "Batman: Descanse em Paz", todas as séries da Marvel Millenium e da DC All-Star, entre muitos outros.

Pois bem, comecemos nossa arguição. Há casos e casos. Os editores, ainda mais aqueles que estão envolvidos com personagens de maior escalão (termo que hoje aparenta ser advindo apenas da popularidade do personagem no momento e não da qualidade de suas histórias recentes), precisam ter consciência da importância de suas decisões para com ambos os públicos de quadrinhos.

Joe Quesada e Dan Didio são dois pilares dessa questão. Ambos foram criticados e execrados pela comunidade de quadrinhos americanos, uma vez que suas atitudes ignoraram quase que inteiramente os leitores antigos dos personagens, no caso, respectivamente, Homem-Aranha e todo o universo DC. Quesada passou por cima de um número gigantesco de leitores para projetar seu projeto individual para o futuro do escalador de paredes, literalmente apagando quase 30 anos de histórias, desde o casamento de Peter Parker e Mary Jane, chegando ao nível de trazer de volta dos mortos (algo recorrente e negativo) o antigo melhor amigo de Peter, Harry Osborn. Alvo de críticas pesadas na época, hoje é possível ver a razão de sua ação. Como foi destacado em algumas matérias sobre essa reviravolta absurda e abusiva, esse movimento trouxe fatores positivos para os quadrinhos Marvel, pois renovou o público do Aranha que não tinha tido contato com as obras de Tom DeFalco e Roger Stern numa das épocas mais marcantes do 'amigão da vizinhança'. O que, para nós, foi uma atitude completamente manipuladora pela cabeça do editor que não liga para seu público, foi na verdade algo de bom para chamar mais pessoas ao nosso amado meio de comunicação. A maneira como foi feita é que chamou tanta atenção negativamente. Os editores precisam conhecer e reconhecer que dependem de ambos os típicos leitores de quadrinhos para se manterem bem no mercado. Quesada passou por cima dos leitores veteranos, o que acarretou toda a polêmica.

Do ponto de vista das pessoas que trabalham com marketing, toda polêmica é boa, uma vez que 'falem bem ou falem mal, mas falem de mim', e as críticas e tudo o mais foram as responsáveis por pôr na mídia propaganda gratuita das séries dos personagens em questão. Um que tem se aproveitado dessa mesma estratégia de marketing ultimamente é o mais renomado autor brasileiro, Maurício de Sousa, vide os dois principais casos: Turma da Mônica Jovem e o primeiro personagem supostamente gay da Turma da Tina. Ambas foram temas de discussão em jornais e revistas e o quadrinista não precisou pagar nada para ter tamanha divulgação do seu material. Aí você vê o porquê de ele se manter sempre bem no mercado quadrinístico brasileiro essas décadas todas, Maurício tem visão de empreendedor além de puro artista.

Gostaria de discorrer mais sobre o assunto, e possivelmente talvez o faça mais tarde, mas se fosse escrever tudo que gostaria não postaria nada no blog e esse tem sido um dos problemas pelo qual a postagem de matérias tem passado.

Para terminar, quero deixar minha impressão pessoal da mais noa estratégia para atrair novos leitores da Marvel lá fora. Será criada um nova linha de produção de séries de revistas com os principais personagens da editoracujas histórias ocorrerão desconexas da linha de funcionamento geral do universo Marvel chamada 'Astonishing' ('Fabulosos'), com histórias mais reduzidas e focadas com alguns artistas renomados como Adam Kubert. O problema é: qual percepção terão os personagens para se aproximar do público. Vi recentemente a imagem da edição dos X-men dessa série pelo traço de Kaare Andrews e só fiz me perguntar uma coisa: Eles vão tranformar os X-men em emos?? Aqui vai a imagem para vocês tirarem suas próprias conclusões, mas deixo aqui o seguinte pensamento e questionamento,: Até que ponto vale a pena mudar o modo de vermos os personagens só para atrair novos leitores? Onde foi parar a identidade dos personagens, que é o que eles têm de mais importante, convenhamos?
Sempre me lembro das palavras finais de Alan Moore na sua obra máxima Watchmen,: 'Deixo inteiramente em suas mãos'. Está nas nossas mãos, nas mãos do público, motrar que não topamos mais ver histórias de enredo fraco e puramente mercadológica. Queremos mais profunidade, queremos mais qualidade, queremos mais respeito com a capacidade intelectual do leitor.
Torço muito para que a Heroic Age e o Brightest Day resgatem os bons sentimentos dos quadrinhos. A fórmula é simples (Lealdade + Novidade), basta que a sigamos à risca.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

O Que Tem Acontecido com os Roteiros?

Por Gabriel Guimarães
Caros leitores, essa semana me peguei revendo os episódios da série do Batman feita pelo quadrinista/produtor Bruce Timm, e percebi algo. É impressionante o quanto a qualidade dos roteiros para histórias dos personagens têm caído com os anos. Pude assistir episódios muito bem escritos, que me lavavam para dentro da trama e me faziam mergulhar no universo do milionário Bruce Wayne, parte muito importante também na concepção do herói e que aparentemente tem sido cada vez menos abordado.
Episódios como "Os Esquecidos" e "Nunca É Tarde Demais" reacenderam em mim a chama dos bons scripts, e me fez perceber, observando os quadrinhos que li do Batman nos últimos tempos e de outros personagens também, o quanto que os roteiristas dos quadrinhos têm estado carentes de uma percepção maior de seus personagens e de seus universos, e não digo aqui universos Marvel e DC, nem nada.
A Marvel, caracterizada pelos seus personagens joviais, que atraem mais pelo elo emotivo que produzem com o público leitor, tem perdido cada vez mais essa sua característica, criando tramas em grande parte políticas. Não de todo mal, mas as histórias tem carecido de mais emoção, que nem eram vistas nos roteiros de Stan Lee para o Homem-Aranha ou para o Surfista Prateado, ou do Mark Buckingham também para o Homem-Aranha, e de cenários mais esperançosos, agora parece que tudo é drama, tristeza e morte.
A DC, de personagens mais velhos e tramas mais universais, ainda tem conseguido manter chama acesa para algumas histórias específicas, como as do Lanterna Verde e a Sociedade da Justiça, entretanto, tem passado por uma crise real, a das crises sequenciais de tentativas fúteis de criar crossovers entre os títulos no que só posso julgar como sendo estratégia vã de vender revistas sem conteúdo de história.
Acredito que chegamos a um impasse que merece determinada atenção: O que as editoras hoje procuram na publicação de seus materiais? Algo capaz de mudar a vida dos leitores, um material com o qual o leitor possa se sentir em casa, independente da distância física possível desta em questão; ou simplesmente algo capaz de vender umas meras revistas no momento, ignorando a formação de um público leitor contínuo, pensando assim apenas em vendas a curto prazo, que geram muitas críticas e descontentamentos, obrigando até a retratações e desculpas públicas depois?
As últimas palavras da obra máxima de Alan Moore nos alertavam já para isso em 1985, se vocês se lembram bem. "Eu deixo inteiramente em suas mãos" - Moore representa o futuro dos quadrinhos, do gênero super-heróico agora nas mão do leitor, que deve passar a exigir material de qualidade das editoras uma vez que entrou em contato com um de tal primazia de roteiro. Temos que fazer nossa parte, exigir, batalhar por qualidade e não apenas quantidade, como tem sido feito nesses últimos anos.
Se Deus quiser, em breve, poderemos estar discutindo aqui os quadrinhos brasileiros de fato, e então, desde já, lutemos para que este não caia nestes erros do mercado americano, do qual, lembrem, eu sou fã, mas reconheço suas falhas e erros.


Proponho aqui um movimento "Por um quadrinho brasileiro melhor!"
Que este possa ser apenas o primeiro passo rumo a um futuro quadrinístico decente, e mundial e intelectualmente capaz de ser reconhecido.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Felicitações ao Companheiro de Quadrinhos!

Por Gabriel Guimarães
Hoje, dia 5 de janeiro de 2010, um dos principais portais de notícias sobre quadrinhos chega à impressionante marca de 10 anos de existência, período este marcado por muitas vitórias e prêmios. O "aniversariante" trata-se do site Universo HQ (http://www.universohq.com/), octa-vencedor do prêmio HQ Mix. Desejamos aqui do nosso humilde blog os mais sinceros parabéns ao editor-chefe Sidney Gusman e aos seus colegas quadrinistas, autores de diversas resenhas brilhantes, que muitas vezes foram utilizadas como referência para matérias daqui.
Que ainda hajam muitos anos e prêmios à frente do site, para que possa crescer cada vez mais, tal qual o meio de comunicação que aborda.


Parabéns!

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Feliz Quadrinho Novo!

Por Gabriel Guimarães
Mais uma vez chegamos ao fim de um ano. O que dizer num breve retrospecto desta vez?
2009 foi marcado por muitas mudanças e deixou em aberto muitas possibilidades para o futuro dos quadrinhos. Começando pela surpreendente compra da Marvel pela Disney, que causou furor entre os acionistas, famílias de ex-quadrinistas da Marvel e fãs, passando à questão editorial de qual modelo mais benéfico para publicação de quadrinhos: graphic novel x série mensal, este ano guardou muitos debates no ramo quadrinístico, temas que entrarei em análise mais profunda posteriormente.

Nós, brasileiros, podemos nos orgulhar de termos tido bons representantes no mercado mundial, com Rafael Grampá e seu Furry Water, Ivan Reis fazendo trabalho impecável em Lanterna Verde, e os gêmeos Fábio Moon e Gabriel Bá, com seus projetos Daytripper e Umbrella Academy (este último, que na minha opinião pessoal, foi super-valorizado, mas admiro muito o trabalho de cada um dos gêmeos individualmente e em conjunto). Aqui dentro, vimos os quadrinhos entrando mais na lista de livros escolares e já sofrendo preconceitos por isso com discussões sobre o linguajar utilizado na obra Dez na área, um na banheira e ninguém no gol. Apesar disso, também houveram maiores reconhecimentos sobre o nosso meio de comunicação, com o convite ao autor de Umbigo sem fundo, Dash Shaw, para debates na Bienal do Livro no Rio de Janeiro.

Agora, vou falar um pouco particularmente. Para mim, o ano foi talvez o melhor da minha vida, passei por muitos altos e baixos, mas Deus sempre me permitiu superar tudo com um sorriso no rosto e fé no que estava por vir. O por vir se revela aos poucos, e posso garantir que tem sido muito, mas muito mais do que imaginei que pudesse receber em troca do esforço. Vocês que acompanham viram que o primeiro semestre foi frenético na quantidade de material que pude postar aqui sobre os quadrinhos, mas que neste fim de ano acabou dando uma freada imensa, pois bem, posso afirmar que ambos os períodos foram imprescindíveis para poder ganhar a base teórica e prática para poder escrever as matérias que vocês todos leem. Ano que vem começa logo agora, e, se Deus quiser, que ele possa ser recheado de muitas matérias legais, notícias positivas para essa nossa paixão literária, e de muitos projetos a se concretizarem, tanto no âmbito profissional quanto no pessoal, no familiar, no emotivo, e no que mais vocês precisarem.

Capa da adaptação para os quadrinhos da obra de Arthur C. Clarke '2010' pela Marvel, sei que não tem nada a ver com nada, mas achei que seria uma forma mais quadrinística de desejar feliz 2010. XD


Obrigado pelo apoio de vocês, leitores, que fazem do meu blog uma parte importante da minha história. Que Deus os abençoe abundantemente, e que 2010 também possa ser o ano de vocês.

Os vejo no ano que vem!